segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Revisao de padroes no Minha Casa, Minha Vida.



Caixa desenvolve programa de sustentabilidade para projetos do Minha Casa Minha Vida
Documento criado por entidade britânica avalia padrões sustentáveis a serem incorporados aos empreendimentos habitacionais de interesse social
Kelly Amorim, do Portal PINIweb
1/Outubro/2015














 A Caixa Econômica Federal apresentou nesta semana em Brasília a primeira versão do Padrão de Sustentabilidade para Habitação de Interesse Social, que deve ser incorporado aos empreendimentos residenciais do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) do Governo Federal para garantir o cumprimento de padrões mínimos de construção sustentável nas áreas de energia, água, saúde e bem-estar, gestão e manutenção e resiliência urbana.

O documento avalia, no caso da energia, por exemplo, a eficiência energética dos projetos, conforto térmico, sistemas de aquecimento solar de água e o uso da luz natural nas casas e apartamentos. Para a água, discute-se o uso de descargas com menor consumo de água e outros itens que identifiquem vazamentos de forma mais rápida.

A Caixa contratou a entidade britânica Building Research Establishment (BRE) para o desenvolvimento do relatório, que deverá ser seguido para a execução de todas as obras financiadas pelo banco e não e apenas aos projetos para famílias de baixa renda.
A consultoria de 18 meses prevê ainda que a BRE crie ferramentas de análise do pós-ocupação dos residenciais do MCMV, um código com diretrizes e padrões de qualidade e sustentabilidade para habitações de interesse social, um sistema de gestão para acompanhamento dos empreendimentos e uma metodologia do impacto do programa.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Novidade na construção civil: como a novidade acontece.

Prédio ganha revestimento cimentício de baixa espessura
Pav Fin, o revestimento da Pav Mix para áreas internas, substituiu o gesso com economia, alto rendimento e acabamento fino de 0,5 a 1 cm em paredes e tetos dos apartamentos








Distribuído em seis torres, o Residencial Jardim Conquista, em Jundiaí, São Paulo, é um empreendimento com localização privilegiada – próximo ao centro da cidade e a importantes estabelecimentos comerciais – e amplo condomínio. Com unidades que variam de 61 a 75 m², o edifício também oferece área de lazer e serviço (piscinas, quadras, solarium, salões de jogos e festas, playgrounds, etc).

Construído pela F A Oliva, o complexo abrange três prédios com 13 pavimentos e outras três torres com 14 andares, totalizando 648 apartamentos-tipo.
Desafio


Para fazer o revestimento interno da obra, três fatores precisavam ser levados em consideração: qualidade, velocidade de aplicação e custo competitivo. Os métodos geralmente utilizados para esta etapa, embora eficazes, deveriam ser substituídos por uma técnica mais aperfeiçoada.

O gesso, por exemplo, durante a utilização exige determinados cuidados. Gera muitos resíduos, cujo descarte é específico e de custo elevado, e acarreta alguns problemas, como trincas e vulnerabilidade a umidade.

Dessa forma, a escolha pelo material aplicado precisava corresponder positivamente às necessidades básicas da obra, inovando com um produto de qualidade superior e que pudesse otimizar, em alguns casos, o cronograma da obra, possibilitando a aplicação até mesmo com mais antecedência em relação ao gesso.

Solução 

A construtora F A Oliva decidiu pelo produto Pav Fin, da Pav Mix, que garantiu alta produtividade à obra na hora de fazer o revestimento dos 648 apartamentos do condomínio. Trata-se de uma argamassa cimentícia que proporcionou acabamento fino, sem fissuras, com simples aplicação e possibilidade de projeção.

“Pav Fin foi criado para substituir o gesso. Ele é um produto de baixo custo, alto rendimento e fácil aplicação, uma vez que dispensa a necessidade do chapisco. Tem, ainda, uma espessura tão fina quanto o gesso, de 0,5 cm a 1 cm. Além disso, atende o desempenho mínimo exigido pela Norma NBR 13528/2010, que é de 0,2 e 0,25 Mpa para área interna”, explica André Hoelz Jackix, gerente de vendas da Pav Mix.



A argamassa foi aplicada em paredes e tetos das unidades, incluindo áreas quentes e frias, como banheiro e lavanderia. Em média, cada profissional conseguiu fazer cerca de 50 a 70 m² por dia. A utilização do material dispensa mão de obra especializada, verticalizando todo o processo.

“Importante ressaltar que a F A Oliva conhece a Pav Mix e a qualidade de suas soluções, como o próprio Pav Fin, desde 2007. Em média a construtora fica à frente de quatro empreendimentos por ano e em todos eles as argamassas da nossa empresa marcam presença. Isso comprova a credibilidade que temos no mercado”, conclui André.
Descrição do Produto
A Argamassa Pav Fin, da Pav Mix, foi desenvolvida para o revestimento de alvenarias estruturais de blocos de concreto e cerâmicos. É composta de mistura homogênea de cimento, cal hidratada, agregados minerais e aditivos químicos especiais. Possui ótima aderência e trabalhabilidade, sendo resistente a trincas e dispensando a utilização de chapiscos.
Descrição da Obra
Local: Jundiaí (SP)
Data (aplicação): Início: 2013 / Término: 2016
Contratante: F A Oliva
Fornecedor: Pav Mix
Produto: Pav Fin

domingo, 20 de setembro de 2015

Terceirizar é reduzir custos.



EMPRESAS E CONDOMINIOS
PARAUAPEBAS/PA

FENIX ENGENHARIA E SERVIÇOS
FONES – (94) / 98104-1694 / 99163-2168 / 3346-3559 / 33462804
Exclusiva01@msn.com




Fenixblog.blogspot.com

Disponibilizamos para sua comodidade serviços essenciais ao seu negocio. Reduza seus  custos e atenda sem caras e inconstantes equipes de manutenção. Contrate nossas equipes e pague por serviço. Sem encargos, sem faltas, sem preocupações. Apenas supervisão.

SERVIÇOS de manutenção em alvenaria, pisos e azulejos, construção e reformas, pintura, pequenos ajustes que se faze necessários no dia a dia de ambientes multiuso. Serviços elétrico, de gás, hidráulicos, limpeza de caixas de gordura, caixas d’água de médio e grande portes, jardinagem, manobragem. Serviços de copa e cozinha, cozinheiras, garçons, cuidadores de crianças e idosos.


TREINAMENTOS PARA EQUIPES PROFISSIONAIS EM TODAS AS AREAS DE SUA EMPRESA.


PODEMOS ATENDER TODAS AS DEMANDAS DE SUPORTE, INCLUSIVE ADMINISTRATIVAS como serviços jurídicos, de contabilidade, custos, projetos, internet e telefonia. Oferecemos serviços de agentes de portaria e segurança desarmada. Instalação e manutenção de sistema de segurança. Instalação de sistemas de energia solar e captação de clientes.

Com vivencia local e conhecedores das especificidades e costumes locais, HÁ 20 ANOS ATUANDO EM DIVERSAS AREAS DOS SERVIÇOS EM  PARAUAPEBAS.

FALE CONOSCO

Exclusiva Consultoria
Fone – 991632168 - 981041694


segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Temos equipes para realizar suas atividades meio. Contrate nossos serviços.

SERVIÇOS
DE MANUTENÇÃO

Porque em Parauapebas é tão difícil prestar serviços  de manutenção? Perguntamos todas as vezes que iniciamos campanhas dos nossos serviços. Temos publicado aqui matérias sobre estes serviços e sua importância em grandes centros. Ninguém tem equipes ou  funcionários de manutenção. Contratam-se estes serviços quando se tem demanda.

Os custos são menores, gasta-se menos com materiais de apoio, tem-se uma melhor qualidade pela especialização. Empresas, serviços e comercio usufruem pessoal não contratado via CLT, contratam uma empresa, paga-se menos impostos. É apenas vantagem para o contratante.  Com o  crescimento e modernização das relações, porque não temos varias empresas e esta atividade é ainda tão restrita aqui?

O shopping local tem suas próprias equipes. Os condomínios, as empresas se oneram com custos trabalhistas para serem atendidas por algumas horas do dia. Os hotéis gastam muito dinheiro mantendo equipes inteiras de serviços. As faxinas das lojas, gabinetes dentários, consultórios médicos e de advogados, escritórios de projetos e contabilidade. Equipes de manutenção de supermercados e grandes lojas. Sairia mais barato ter todo este pessoal em stand by, 24 horas e sem custos.


TEMOS PESSOAL QUALIFICADO PARA TODO O SERVIÇO DE SUPORTE. A terceirização de serviços esta regulamentada e é mais barato. LIGUE-NOS: 94 991632168.

sábado, 8 de agosto de 2015

Manutenção de edifícios e condominios

Caixa de gordura: dimensões, instalação e limpeza
Com a função de prevenir entupimentos, esse componente essencial do sistema hidráulico merece atenção

Redação AECweb / e-Construmarket






As caixas de gordura previnem entupimentos causados por dejetos provenientes da cozinha, por isso são componentes de grande importância no sistema hidráulico. O equipamento funciona por meio de um sifão que retém a gordura dentro da caixa e a impede de ficar circulando pela tubulação. Ele é dividido em duas câmaras, uma receptora e outra vertedoura, separadas por um septo não removível. “A função a que se destina é a mesma tanto em residências, quanto em comércio ou indústrias. O que pode variar em cada situação é o tamanho do produto a ser utilizado e o tipo de material empregado em sua fabricação”, explica a engenheira Fabiana Castro, gerente de produtos e inovação da Mexichem Brasil, detentora da marca Amanco.
DIMENSÕES DO PRODUTO
O tamanho das caixas de gordura está diretamente relacionado à sua capacidade de retenção. A pequena pode reter 18 litros, a simples 31 litros, a dupla 120 litros e a especial tem seu volume calculado a partir de uma fórmula que leva em consideração o número de pessoas servidas pelas cozinhas que despejam seus dejetos na caixa, no momento de maior fluxo.
A falta de limpeza das caixas de gordura poderá causar alguns transtornos, como transbordamento pela tampa, entupimento das canalizações, escoamento lento da água pelo ralo da pia, mau cheiro, entre outros
Fabiana Castro
“A especificação da caixa de gordura em um projeto leva em consideração a quantidade de cozinhas do local, o número de refeições feitas diariamente e/ou o volume de esgoto a ser despejado”, informa Castro.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT NBR 8160) indica que, para a coleta de esgoto proveniente de apenas uma cozinha, pode ser usada caixa de gordura pequena ou simples. Já quando são duas cozinhas, é indicada a utilização de simples ou dupla. “Para a coleta de três até 12 cozinhas, deve ser usada caixa dupla. Quando são mais de 12 cozinhas, ou ainda, em restaurantes, escolas, hospitais, entre outros empreendimentos, são exigidas caixas de gordura especiais”, complementa Carlos Teruel, gerente de produtos e assistência técnica da Tigre.
COMO INSTALAR
O primeiro passo da instalação é colocar o equipamento na vala para verificar seu alinhamento. Após encaixar manualmente todas as peças da caixa de gordura, a tarefa seguinte é soldar os canos de entrada e saída. A aplicação de adesivos plásticos entre as partes para garantir a vedação é outra ação recomendável. “A caixa é assentada sempre sobre uma camada de areia bem compactada, lançada no fundo da vala da rede de esgoto. O solo de reaterro em volta do produto deve ser muito bem compactado para garantir um apoio firme para o porta-tampa”, diz Teruel. Se necessário, o ajuste da profundidade é feito com a utilização de prolongadores.
COMO LIMPAR
Pelo fato de a gordura ser mais leve do que a própria água, a mistura acumulada na caixa flutuará. O material retido se tornará duro com o tempo e ficará alocado na parte superior do equipamento. Para fazer a limpeza, é necessário retirar a tampa de acabamento com uso de espátula ou chave de fenda, remover a cesta e despejar seu conteúdo em um saco de lixo. Em seguida, é só encaixar novamente a cesta e a tampa e descartar o saco plástico em lixo comum.

Em relação às caixas convencionais de alvenaria, o produto industrializado tem como vantagens a rapidez e a facilidade de montagem, sem necessidade de esperar o tempo de cura do cimento
Carlos Teruel

“A falta de limpeza das caixas de gordura poderá causar alguns transtornos, como transbordamento pela tampa, entupimento das canalizações, escoamento lento da água pelo ralo da pia, mau cheiro, entre outros”, avalia Castro. O recomendável é que o procedimento seja realizado, pelo menos, a cada seis meses.

Também é possível realizar a limpeza despejando na caixa um produto que contém bactérias que se alimentam da gordura.

Para manutenção, não é aconselhável utilizar sabão em pó, água quente ou produtos químicos, pois, além de corroerem o concreto, as tubulações e os anéis de vedação hidráulica, provocam danos ao meio ambiente.
INDUSTRIALIZADA OU DE ALVENARIA
As caixas de gordura fabricadas a partir de PVC contam com paredes lisas que não geram incrustações de gordura. O plástico também garante durabilidade e maior vida útil ao produto. Por outro lado, as tampas feitas em ABS são totalmente vedadas, impedindo o mau cheiro e a entrada de insetos. “Em relação às caixas convencionais de alvenaria, o produto industrializado tem como vantagens a rapidez e a facilidade de montagem, sem necessidade de esperar o tempo de cura do cimento”, compara Teruel.

Diferença entre caixa de gordura e caixa de inspeção
Tratam-se de dois produtos diferentes do sistema hidráulico. Enquanto o esgoto da cozinha é ligado à caixa de gordura, a tubulação que sai dos banheiros e lavanderia é conectada àcaixa de inspeção.
COLABORARAM PARA ESTA MATÉRIA
Carlos Teruel – engenheiro civil pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas/SP (PUCCAMP), pós-graduado em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Há 16 anos atua na área de marketing de produtos, assistência técnica e capacitação. Atualmente, gerencia a área Corporativa de Marketing de Produtos da Tigre Tubos e Conexões, respondendo pelas áreas de Produtos, Assistência Técnica e Capacitação e Gestão Técnica-Institucional com foco na identificação de novas oportunidades e tendências em produtos e sistemas, no Brasil e no exterior..
Fabiana Castro – engenheira de materiais pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), pós-graduada em Administração Industrial e com MBA Executivo Internacional em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Trabalhou na Cerâmica Gyotoku, Cerdec e Saint-Gobain, onde, ao longo de 10 anos, foi gerente das áreas de Produtos e Marketing, Novos Negócios e de Mercado. Há mais de um ano responde pela gerência de Produtos e Inovação da Mexichem Brasil.


sábado, 27 de junho de 2015

O programa MINHA CASA, MINHA VIDA, sua continuidade


Terceira fase do Minha Casa Minha Vida voltará a pagar obras em dia, estima superintendente da Caixa
Liberação dos recursos ocorrerá em até dois dias após o agente do banco realizar a medição da evolução dos trabalhos nos canteiros, como era inicialmente
Circe Bonatelli*









O fluxo de pagamentos em atraso das obras referentes aos empreendimentos na faixa 1 do Minha Casa Minha Vida deverá ser regularizado na terceira etapa do programa, que também buscará aumentar a previsibilidade dos empresários que atuam no setor. A afirmação foi feita hoje por Sérgio Cançado, superintendente executivo da Caixa Econômica Federal, durante debate com empresários do setor, em Belo Horizonte.

Dentro das medidas de ajuste fiscal, foi criado um novo cronograma de pagamentos das obras. Antes, a liberação dos recursos ocorria em até dois dias após o agente do banco realizar a medição da evolução dos trabalhos nos canteiros. Agora, esse a medição passou a ser feita em 15 dias, com o pagamento liberado para as empresas aproximadamente 30 dias depois disso.
"O recurso está sendo pago, não está inadimplente, mas num fluxo de recursos diferente. Isso exige um pouco mais de recursos e capital de giro (das construtoras). Mas a gente vê que, com certeza vai voltar ao que era, com pagamento no vencimento do contrato", afirmou Cançado. "O governo entende que isso tem um impacto muito forte para o setor", completou.
O superintendente-executivo da Caixa mencionou que as discussões sobre a terceira etapa do programa envolvem outros ajustes, como o aumento nos valores limites dos imóveis, criação de uma nova faixa de enquadramento dos mutuários (intermediária entre a 1 e a 2), e, possivelmente, correção nas parcelas pagas pelos mutuários. "Estão sendo discutidas nesse momento propostas para que a terceira fase venha com uma previsibilidade maior. A gente sabe que essa previsibilidade é importante para os empresários", afirmou.
Embora tenha reconhecido o efeito negativo dos atrasos nos pagamentos para o setor, o executivo defendeu o programa Minha Casa Minha Vida e ressaltou que a próxima etapa tem a meta de contratar três milhões de unidades até 2018, constituindo um nicho consistente de negócios. "Todas as empresas tem que ter os olhos voltados para este segmento, onde não tem falta de demanda, nem de recursos", argumentou.
O debate foi realizado nesta quinta-feira durante o Adit Invest, evento promovido em Belo Horizonte pela Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil (Adit).


domingo, 24 de maio de 2015

Estrutural, a crise brasileira atrapalha os planos do pleno emprego e desenvolvimento

Crise econômica brasileira também já atinge empresas de arquitetura e engenharia consultiva, diz Sinaenco
Para a entidade, contratação de projetos é alternativa para a melhoria dos negócios
Kelly Amorim, do Portal PINIweb
21/Maio/2015









A crise econômica que afeta o Brasil de forma mais aprofundada neste primeiro trimestre de 2015 está causando forte impacto nas empresas brasileiras de arquitetura e de engenharia consultiva, como a paralisação quase total das contratações de projetos e serviços especializados pelos órgãos governamentais e com a suspensão de contratos e dos pagamentos relativos a obras que estavam em andamento, de acordo com o Sindicato da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco).
Segundo a entidade, o setor já fechou mais de 20 mil postos de trabalho entre o final de 2014 e o primeiro trimestre deste ano, e em 80% das empresas pesquisadas houve diminuição no número de funcionários em abril deste ano. "A crise econômica que estamos vivendo é comparável às piores das chamadas 'décadas perdidas', as de 1980 e 1990. As empresas estão sendo obrigados a demitir quadros técnicos altamente especializados, que demoram anos para ser formados, cortando assim parte da inteligência altamente estratégica para o País", afirmou o presidente do Sinaenco, José Roberto Bernasconi.
Para ele, devido ao fato de o setor ser empregador intensivo de mão de obra altamente especializada, essa é uma situação bastante negativa para o futuro das empresas e do País. "Nossos profissionais, boa parte deles com mestrado, doutorado e até pós-doutorado, são principalmente arquitetos e engenheiros especializados no desenvolvimento de projetos de infraestrutura e, também, de outros serviços que exigem elevada especialização, como as de gerenciamento e fiscalização de obras, de geotecnia e estudos de impactos ambientais, entre outros", disse.
Já para o vice-presidente do Sinaenco, engenheiro Claudemiro dos Santos Júnior, a situação das empresas do setor é "bastante crítica", agravada pelo fato de que a maior parte dos contratos das firmas de tem cláusulas de reajuste definidas pela Coluna 39 da planilha da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que corrige os contratos com percentuais que variam entre 50% a 60% do INPC.
"Esse descompasso entre o percentual de reajuste dos contratos pela coluna 39 da FGV, que totalizou cerca de 4% nos últimos 12 meses, e os que incidem sobre os principais custos das empresas, entre os quais cerca de 80% em média são relativos ao pagamento de salários e encargos, leva a um impasse. Não é possível corrigir os contratos com um índice que é 50% inferior ao que reajusta os salários, responsáveis pela principal despesa das empresas do setor", explicou.

O Sinaenco aponta como alternativa para a crise a concentração na contratação de projetos. Em nota, a entidade afirmou que, "como os projetos de arquitetura e de engenharia representam o menor percentual no custo global de uma obra pública, o governo federal poderia aproveitar este momento de crise econômica e de ajuste fiscal para contratar os projetos necessários à infraestrutura brasileira, que, assim, poderiam ser desenvolvidos com o prazo adequado à sua elaboração de forma completa, oferecendo a garantia de empreendimentos construídos com qualidade, no prazo e ao custo estipulados".
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...