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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Revisao de padroes no Minha Casa, Minha Vida.



Caixa desenvolve programa de sustentabilidade para projetos do Minha Casa Minha Vida
Documento criado por entidade britânica avalia padrões sustentáveis a serem incorporados aos empreendimentos habitacionais de interesse social
Kelly Amorim, do Portal PINIweb
1/Outubro/2015














 A Caixa Econômica Federal apresentou nesta semana em Brasília a primeira versão do Padrão de Sustentabilidade para Habitação de Interesse Social, que deve ser incorporado aos empreendimentos residenciais do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) do Governo Federal para garantir o cumprimento de padrões mínimos de construção sustentável nas áreas de energia, água, saúde e bem-estar, gestão e manutenção e resiliência urbana.

O documento avalia, no caso da energia, por exemplo, a eficiência energética dos projetos, conforto térmico, sistemas de aquecimento solar de água e o uso da luz natural nas casas e apartamentos. Para a água, discute-se o uso de descargas com menor consumo de água e outros itens que identifiquem vazamentos de forma mais rápida.

A Caixa contratou a entidade britânica Building Research Establishment (BRE) para o desenvolvimento do relatório, que deverá ser seguido para a execução de todas as obras financiadas pelo banco e não e apenas aos projetos para famílias de baixa renda.
A consultoria de 18 meses prevê ainda que a BRE crie ferramentas de análise do pós-ocupação dos residenciais do MCMV, um código com diretrizes e padrões de qualidade e sustentabilidade para habitações de interesse social, um sistema de gestão para acompanhamento dos empreendimentos e uma metodologia do impacto do programa.

sábado, 27 de junho de 2015

O programa MINHA CASA, MINHA VIDA, sua continuidade


Terceira fase do Minha Casa Minha Vida voltará a pagar obras em dia, estima superintendente da Caixa
Liberação dos recursos ocorrerá em até dois dias após o agente do banco realizar a medição da evolução dos trabalhos nos canteiros, como era inicialmente
Circe Bonatelli*









O fluxo de pagamentos em atraso das obras referentes aos empreendimentos na faixa 1 do Minha Casa Minha Vida deverá ser regularizado na terceira etapa do programa, que também buscará aumentar a previsibilidade dos empresários que atuam no setor. A afirmação foi feita hoje por Sérgio Cançado, superintendente executivo da Caixa Econômica Federal, durante debate com empresários do setor, em Belo Horizonte.

Dentro das medidas de ajuste fiscal, foi criado um novo cronograma de pagamentos das obras. Antes, a liberação dos recursos ocorria em até dois dias após o agente do banco realizar a medição da evolução dos trabalhos nos canteiros. Agora, esse a medição passou a ser feita em 15 dias, com o pagamento liberado para as empresas aproximadamente 30 dias depois disso.
"O recurso está sendo pago, não está inadimplente, mas num fluxo de recursos diferente. Isso exige um pouco mais de recursos e capital de giro (das construtoras). Mas a gente vê que, com certeza vai voltar ao que era, com pagamento no vencimento do contrato", afirmou Cançado. "O governo entende que isso tem um impacto muito forte para o setor", completou.
O superintendente-executivo da Caixa mencionou que as discussões sobre a terceira etapa do programa envolvem outros ajustes, como o aumento nos valores limites dos imóveis, criação de uma nova faixa de enquadramento dos mutuários (intermediária entre a 1 e a 2), e, possivelmente, correção nas parcelas pagas pelos mutuários. "Estão sendo discutidas nesse momento propostas para que a terceira fase venha com uma previsibilidade maior. A gente sabe que essa previsibilidade é importante para os empresários", afirmou.
Embora tenha reconhecido o efeito negativo dos atrasos nos pagamentos para o setor, o executivo defendeu o programa Minha Casa Minha Vida e ressaltou que a próxima etapa tem a meta de contratar três milhões de unidades até 2018, constituindo um nicho consistente de negócios. "Todas as empresas tem que ter os olhos voltados para este segmento, onde não tem falta de demanda, nem de recursos", argumentou.
O debate foi realizado nesta quinta-feira durante o Adit Invest, evento promovido em Belo Horizonte pela Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil (Adit).


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